Preguntas y Respuestas
Exmo Professor
Tive o prazer de o ouvir no mês de Setembro na Universidade de
Coimbra. Devo
confessar que a ideia de usar este novo instrumento de comunicação -
que é o
computador e a net - a bem de um melhor estudo e compreensão da
História me
pareceu extraordinário.
Nunca tinha ouvido falar do vosso projecto.
Verifico que já introduziram nos vossos dados o meu e-mail.
Estive a ler estas notícias que me chegaram.
Sou professora do ensino secundário, na cidade do Funchal, Ilha da
Madeira.
Faz tempo que me aflijo de ver a disciplina de História a
desaparecer dos
currículos do ensino secundário português.
Sou professora há 31 anos, sempre do mesmo nível e, sendo que gosto
da
investigação, não tenho conseguido conciliar a minha carreira
docente e a
vida familiar com essa actividade. No entanto, sempre que posso faço
alguma
coisa, mesmo que pequena e verifico que o ensino só beneficia com
isso.
Como poderão existir alunos para o curso de História no ensino
universitário
se ao nível do 2º ciclo e secundário ela diminui? Quem poderá fazer
reverter
esta situação? Os políticos ou os investigadores?
Sem mais
Maria de Fátima Vieira de Abreu
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Querida colega:
Moitas gracias pola túa mensaxe.
Reiteramos o noso recoñecemento ós membros da nosa rede, profesores
Margarida Sobral Neto, Josè Amado Mendes e Armando Carvalho Homen
que
fixeron posible a primeira presentación de HaD en Coimbra e Porto,
desmentindo o antigo proverbio popular: "De Espanha nin bom vento
nin bom
casamento", que ten pouco sentido se consideramos que os que
coordinamos
esta comunidade académica dixital vivimos na Galiza, patria
orixinaria común
de todos nós.
Facemos todo o posible por incorporar a profesores de ensino
secundario a
HaD, infelizmente as asociacións gremialistas non colaboran (tampouco
en
España, todo hai que dicilo). Das 430 entidades académicas de 33
paises que
se adheriron ó III Congreso
soamente se sumou a Asociación de Profesores de Historia de
Uruguay....
Reverter a febel situación da historia no ensino secundario é tarefa
común,
tamén
interesa ós investigadores e profesores universitarios.
Axuntémonos todos, o combate primeiro pola historia hoxe ten que ser
contra
as políticas que
menosprezan a historia ou tentan de manipulala.
Saúdos,
Carlos Barros
Coordinador de Historia a Debate
cbarros@wanadoo.es
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