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(3/5/01) |
| In first of so confused May for
this country he is fantastic that exists this history of the
present. Thanks to its promoters for your effort and the plural
spirit who animates to you.
Lila Fiorini ++++++++++ They are holidays, many congratulations, is a complex profit by the solidity that takes academic and psychically Boris Berenzon +++++++++++++ Congratulations to equipment of HaD, specially to Carlos Barros, by 2o. aniversário in Internet. Greetings to all José Geraldo Vinci de Moraes +++++++++++++++++++++++ Dear Carlos From Parana-Between River-Argentina I send a great greeting and congratulations to you by II the anniversary of this scope of democratic and opened discussion that is the pagina Web of history to debate. Scope this one, extremely constructive and fundamental for those who we are in this metier to make and to think history. A strong hug FACUNDO TALAGAÑIS ++++++++++ Prezado Carlos Barros, Sou uma dos 65 assinantes brasileiros. Sou entusiasta das listas eletrônicas. Pertenço ao Departamento de História-Universidade Federal de Juiz de Fora- que mantém a Lista de Discussão de História do Brasil (hbr-mod@ah.ufjf.br). Sei que trabalhos, tão relevantes, como o seu e de responsaveis pelas demais listas exigem muita dedicação e crença no que fazem. Escrevo, então, enviando meus parabéns e minha solidariedade. Solidarizo-me com os que se comprometem com a democratização do conhecimento. Penso que as listas eletrônicas modificaram, em muito, a difusão de notícias, publicações e eventos. Gostaria de testemunhar sobre a importância das listas de discussões virtuais, sou assinante de várias. Sou professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, cidade do estado (província) de Minas Gerais, Brasil, a 190km do Rio de Janeiro.As notícias de eventos nacionais ou internacionais ficavam restritas a Rio e São Paulo, na maioria das vezes. Trabalhos acadêmicos eram conhecidos através de notícias de jornais. Após 1995, quando as listas se difundiram, tenho notícias de eventos, sei os que colegas estão pesquisando,, posso trocar opiniões e informações com pesquisadores de minha área, etc. Então, no aniversário de 2 anos de h-debate, congratulo-me com você, envio meu abraço de uma professora da Universidade Federal de Juiz de Fora que está cursando o Doutorado na Universidade de Huelva. Abraços Vanda Vanda Arantes do Vale ++++++++++++ Parabéns pelo II aniversário de História em Debate. com certeza é um veículo da máxima importância para todos os historiadores da América Latina. Profa. Armênia
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En un primero de mayo tan confuso para este país es fantástico que exista esta historia del presente. Gracias a sus promotores por vuestro esfuerzo y por el espíritu plural que os anima. Lila Fiorini ++++++++++ Son días de fiesta, muchas felicidades, es un logro complejo por la solidez que toma académica y anímicamente Boris Berenzon +++++++++++++ Felicidades a equipo de HaD, especialmente a Carlos Barros, por el 2o. aniversário en internet. Saludos a todos José Geraldo Vinci de Moraes +++++++++++++++++++++++ Querido Carlos Desde Paraná-Entre Ríos-Argentina te envío un gran saludo y felicitaciones por el II aniversario de este ámbito de discusión democrática y abierta que es la pagina web de historia a debate. Ámbito éste, sumamente constructivo y fundamental para quienes estamos en este metier de hacer y pensar la historia. Un fuerte abrazo FACUNDO TALAGAÑIS ++++++++++ Prezado Carlos Barros, Sou uma dos 65 assinantes brasileiros. Sou entusiasta das listas eletrônicas. Pertenço ao Departamento de História-Universidade Federal de Juiz de Fora- que mantém a Lista de Discussão de História do Brasil (hbr-mod@ah.ufjf.br). Sei que trabalhos, tão relevantes, como o seu e de responsaveis pelas demais listas exigem muita dedicação e crença no que fazem. Escrevo, então, enviando meus parabéns e minha solidariedade. Solidarizo-me com os que se comprometem com a democratização do conhecimento. Penso que as listas eletrônicas modificaram, em muito, a difusão de notícias, publicações e eventos. Gostaria de testemunhar sobre a importância das listas de discussões virtuais, sou assinante de várias. Sou professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, cidade do estado (província) de Minas Gerais, Brasil, a 190km do Rio de Janeiro.As notícias de eventos nacionais ou internacionais ficavam restritas a Rio e São Paulo, na maioria das vezes. Trabalhos acadêmicos eram conhecidos através de notícias de jornais. Após 1995, quando as listas se difundiram, tenho notícias de eventos, sei os que colegas estão pesquisando,, posso trocar opiniões e informações com pesquisadores de minha área, etc. Então, no aniversário de 2 anos de h-debate, congratulo-me com você, envio meu abraço de uma professora da Universidade Federal de Juiz de Fora que está cursando o Doutorado na Universidade de Huelva. Abraços Vanda Vanda Arantes do Vale ++++++++++++ Parabéns pelo II aniversário de História em Debate. com certeza é um veículo da máxima importância para todos os historiadores da América Latina. Profa. Armênia History under Debate |
| Dear R. Ruiz de Sao Paulo
I agree with you in which the thematic one has added more wills and moods that rational arguments or at least based. I contribute mine. I do not believe in the cultural relativismo. Although I consider that in each culture there are established guidelines, without entering deeper debates on how they settled down, the relations of being able, the traditions and its personeros, etc, are points of view and perspective to begin value trials. I believe in the progress of the Humanity, not in the material at the cost of any thing and any developed culture less technologically, but in the knowledge to recognize the patterns of the new generations and the inventions. I believe in certain values of the West without sacralizar them, for example, in the concept of democracy and the one of revolution, the conscience of the murder and in science over the religions, the human rights and equality from this perspective, certain religious practices of the West and orients, are delays in the development of the Humanity, the violence against the children and the women and the lack of equality for the denominated sectors minorities are aberrant. In this frame, and without being the only case, the tribal violences in Africa, the segregation of the woman in the Islamic countries are as terrible as the Palestinian slaughters of into the hands of Israel like fires of the Amazon or the activity of the KKK in the USA; nor what to speak of pinochets and bushes, no? In this perspective, the aberrations of talibanes are not pardonable. That is my opinion. If I rely on that false cultural relativismo it would have to accept everything because it is another culture; if women kill, good, they are thus. No, it is a crime. A hug. Jorge Oriola
Translation made in http//babel.altavista.com ---------------ooooooooOOOOOOOOooooooooo----------------- In original language,
Amigo R. Ruiz de Sao Paulo Coincido contigo en que la temática ha sumado más voluntades y estados de ánimo que argumentos racionales o por lo menos fundamentados. Aporto los míos. No creo en el relativismo cultural. Si bien considero que en cada cultura hay pautas establecidas, sin entrar en debates más profundos sobre cómo se establecieron, las relaciones de poder, las tradiciones y sus personeros, etc, hay puntos de vista y perspectivas para abrir juicios de valor. Creo en el progreso de la Humanidad, no en el material a costa de cualquier cosa y cualquier cultura menos desarrollada tecnológicamente, sino en el saber reconocer los patrones de las nuevas generaciones y los inventos. Creo en ciertos valores de Occidente sin sacralizarlos, por ejemplo, en el concepto de democracia y en el de revolución, la conciencia del asesinato y en la ciencia por encima de las religiones, en los derechos humanos y en igualdad. desde esta perspectiva, ciertas prácticas religiosas de Occidente y oriente, son retrasos en el desarrollo de la Humanidad, la violencia contra los niños y las mujeres y la falta de igualdad para los sectores denominados minorías son aberrantes. En este marco, y sin ser el único caso, las violencias tribales en África, la segregación de la mujer en los países islámicos son tan terribles como las matanzas de palestinos en manos de Israel como los incendios del Amazonas o la actividad del KKK en USA; ni qué hablar de los pinochets y los bushes, no? En esta perspectiva, las aberraciones de los talibanes no son perdonables. Esa es mi opinión. Si me atengo a ese falso relativismo cultural debería aceptar todo porque es otra cultura; si matan mujeres, bueno, ellos son así. No, es un crimen. Un abrazo. Jorge Oriola
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